segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Poder da Palavra..Até aonde Vai?

A palavra pode enganar porque os homens não possuem representações seguras do passado e do futuro.Penso que com as palavras pode-se exercer uma verdadeira violência intelectual, O poder da palavra é comparavel ao dos remédios e das drogas.O poder que ela possui..é imenso e as pessoas não tem consiência desse tamanho e peso.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
NONSENSES de CAIXÃO

Nunca mais criança nenhuma falou Nonsenses. Deve ser porque anda em tudo correndo muita verdade. Veia sobrecarregada. Até se uma mosca cai no leite com achocolatado e bebe, o menino sente como se fosse grão de cacau mal dissolvido. Nem precisaria da soda cáustica longa-vida, o caos orgânico é pós-moderno útil.
Mas... Ora, tudo tem beleza e gosto, basta tratar a imaginação no Photoshop subconsciente Junguiano. Coletivo é jogo. Arquétipo é qualquer tipo de almejo grupal, um modelo de líder para qualquer submissão cumprida.
Começou a perder sentido de novo. Sinto muito. Sentir demasiado faz perder toda a noção. O momento exige recolher a carne crua do varal e destemperar em casa, deixar de molho pela vez segunda, tirar todo o sal. Arde o veneno da ausência procurada, dói a presença súbita da pessoa incalculada. Velas no jantar para as almas perdidas. O presunto sobre a mesa. Tragam a cama para eternidade efêmera dos ossos! Esticá-los vamos, descansar o corpo morto de cansaço pelo não feito.
Sugaram nossas energias e quem sossega é o vampiro, saciado. Nem limpa a boca, deixa sangue exposto a todos, quer rir com seus caninos sarcásticos. Deixem-nos descansar em paz! Ele é o fim da picada, um marimbondo moribundo vilipendiando nada. Reserve logo seu caixão na morada última entre infernos. Paraliso. Nem procure entender, morrer ultrapassa qualquer compreensão.
Por: Paola Benevides, a voz silente.
sábado, 5 de janeiro de 2008
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
H2:0ra

Queria agora ter um copo fácil às mãos. Mergulharia meu corpo frágil em segundos. Mas é que sou grande demais para esta realidade. Se pudesse encolher feito roupa em água, alagaria breve... Então, um brinde ao nada, como sempre! Agora nada no lixo:
Verdelho camarelizando no video noveau
Azul-menino é a cor do caixão de nascimento
Viagente distante sem malas pendentes
Apenas dívidas com cáries pelo molho tártaro
Excessivo desperdício de carcomida sólida
Quebrou-se o dente da frente sem portas
Cadeado cadê? Lodeado pela fuligem...